Esclerose por radiação

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As alterações induzidas por radiação crônica na pele são caracterizadas por:

desaparecimento de estruturas foliculares
aumento de colágeno e dano às fibras elásticas na derme
epiderme frágil
telangiectasia

Os Efeitos tardios da radiação (meses a anos pós-exposição; dose limite ~ 10 Gy ou 1000 rads) – Os sintomas podem variar desde leve atrofia dérmica (ou adelgaçamento da camada da derme) até constante recorrência de úlceras, necrose dérmica e deformidade. Outros possíveis efeitos incluem oclusão de pequenos vasos sanguíneos com distúrbios subsequentes no suprimento de sangue (telangiectasia); destruição da rede linfática; linfostase regional; e fibrose dérmica, queratose, vasculite e esclerose também do subcutâneo. Alterações pigmentares e dor estão frequentemente presentes. Há um certo risco de câncer nos anos subsequentes.

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